FAQ — Dúvidas frequentes

Reunimos aqui as perguntas que mais recebemos de quem está planejando um safári na África do Sul — da melhor época para viajar ao que está incluído no pacote. Não encontrou a sua? Fale com um dos nossos consultores.

1. Planejando a viagem

Qual a melhor época para fazer safári na África do Sul?

O safári na África do Sul é excelente durante todo o ano — o que muda a cada estação é o tipo de avistamento e a paisagem. De maio a outubro é a temporada seca: a vegetação fica baixa, os animais se concentram perto da água e os avistamentos são mais comuns. Junho e julho são os meses mais frios, de 7 °C pela manhã a 22 °C à tarde, e enfrentar o frio vale a pena: com a seca, a chance de avistar os Big 5 aumenta muito.

De novembro a março é verão: quente, com chuvas de fim de tarde e paisagem verde, bonita para fotos. O safári continua excelente, só que a vegetação mais fechada torna o avistamento menos previsível. É a melhor época para ver filhotes e animais em grande quantidade — com fartura de água e alimento eles tendem a se dispersar, mas quando avistados a experiência é mágica.

Vale saber de uma coisa que surpreende quem vai pela primeira vez: na África você pode viver as quatro estações no mesmo dia. Mesmo no verão a temperatura cai para 12 °C de madrugada. Mas não se preocupe: nas reuniões pré-viagem e nos nossos grupos de WhatsApp você saberá exatamente o que colocar na mala.

Quantos dias preciso para conhecer a África do Sul?

Para combinar safári e Cidade do Cabo com calma, o ideal fica entre 8 e 12 dias. Com menos de 7 dias é possível, mas o deslocamento entre as regiões consome boa parte do roteiro. Só safári, sem Cidade do Cabo, funciona bem em 4 a 5 dias.

É seguro viajar para a África do Sul?

O país tem regiões com índices de criminalidade altos, como qualquer país grande — e é exatamente por isso que faz diferença viajar com quem mora lá. Com a Mojo você não fica sozinho em nenhum momento: transfers privativos, hospedagens selecionadas, guias brasileiros que vivem no país e assistência 24 horas.

Mais que agentes de viagem ou guias, nós vivemos na África do Sul, conhecemos o país e sabemos como ele funciona. Durante sua viagem você tem WhatsApp e telefone local da nossa equipe, pronta para lhe atender 24 horas, 7 dias por semana.

Preciso saber inglês?

Não. Todos os nossos safáris, transfers e passeios são conduzidos integralmente em português, por guias brasileiros.

A África do Sul tem 12 idiomas oficiais — um deles é o zulu, de onde vem o sawubona, o bem-vindo com que abrimos o nosso guia de viagem. O inglês é falado em todo lugar, mas com a gente isso deixa de ser uma preocupação.

Posso viajar sozinho(a)?

Deve! E é o nosso perfil mais comum de cliente. Você pode entrar em um tour em grupo com data fixa, que sai mais em conta e já garante companhia.

Se você prefere ter um quarto só para você, existe a opção de quarto individual, e ela vale para toda a hospedagem do roteiro, inclusive no lodge de safári.

Quem me ajuda se algo der errado durante a viagem?

Você terá contato direto com a nossa equipe o tempo todo: WhatsApp com as consultoras no Brasil, telefone local na África do Sul e suporte em português e inglês com a nossa equipe de reservas em Pretória. Não existe intermediário: quem responde é quem organizou a sua viagem.

2. O safári na prática

Como é um dia de safári em reserva privada?

Cada saída dura cerca de 3 horas, em veículo aberto, com guia em português. Normalmente são dois safáris por dia: um logo ao amanhecer e outro no fim da tarde, que se estende até o pôr do sol — são os horários em que os animais estão mais ativos.

Entre um e outro você volta para o lodge, come e descansa. É por isso que um dia só de safári é pouco: com 2 ou 3 dias você cobre horários e áreas diferentes e tem chance real de ver os cinco grandes.

Como é um dia de safári no Kruger Park?

Seu safári pode durar meio dia (das 5h30 às 11h30) ou o dia todo (das 5h30 às 15h30), com paradas para o café da manhã e o almoço, feitos em um dos camps com restaurante, como Skukuza, Satara ou Sabi.

Qual a diferença entre o Kruger e uma reserva privada?

O Kruger é o parque nacional, aberto ao público, onde muita gente dirige o próprio carro e precisa seguir estradas e horários fixos.

Normalmente nós trabalhamos com reservas privadas na região do Greater Kruger: veículo aberto, grupo pequeno, guia exclusivo e permissão para sair da estrada e acompanhar os animais de perto. É a diferença entre ver um leopardo a poucos metros e ver um ponto no horizonte.

Vou conseguir ver os cinco grandes?

Ninguém pode garantir avistamento — é vida selvagem, não zoológico, e essa incerteza é parte do que torna a experiência inesquecível. O que dá para dizer é que, nas reservas onde operamos, com 2 a 3 dias de safári e guias que conhecem o território, a chance é alta. Quanto mais dias, maior a chance.

Qual o nome da reserva e do lodge onde vocês fazem o safári?

Em algumas reservas os próprios donos pedem que o nome não seja divulgado publicamente, por causa da caça ilegal de rinocerontes — a região é um dos poucos lugares da África que ainda tem rinoceronte-negro. Não é falta de transparência: assim que o contrato é fechado, você recebe o nome de todas as reservas e hospedagens.

Antes disso, mandamos fotos, categoria e localização de cada acomodação.

Crianças podem fazer safári? A partir de que idade?

Podem, e isso é um diferencial nosso: fazemos safári com crianças de todas as idades há anos e sabemos adaptar o ritmo dos passeios. A maior parte das operadoras da África do Sul não aceita crianças.

Alguns lodges têm idade mínima própria, então a escolha da hospedagem muda conforme a idade da criança — nós já montamos o roteiro considerando isso.

Que roupa usar no safári?

Cores neutras. Peças muito vivas ou estampadas podem assustar e espantar os animais, e o branco suja fácil e reflete muito. A lista que passamos para os nossos clientes no guia pré-viagem:

  • Blusa de manga longa — protege do sol e dos mosquitos
  • Camisetas confortáveis em tecidos respiráveis
  • Shorts e calças confortáveis
  • Calçado confortável para caminhadas
  • Roupa de banho
  • Jaqueta ou casaco leve, mesmo no verão: a temperatura pode chegar a 12 °C
  • Corta-vento ou jaqueta impermeável

O segredo é vestir em camadas, porque na África dá para experimentar as quatro estações no mesmo dia.

Existem regras de comportamento durante o safári?

Sim, e o guia explica antes de cada saída: não sair do veículo, não ficar de pé, falar baixo e nada de flash. Não é formalidade — é o que mantém o grupo seguro perto de animais soltos. As regras também constam do contrato.

Tem safári perto da Cidade do Cabo?

Não no sentido clássico. As grandes reservas ficam no norte e no nordeste do país, a algumas horas de voo da Cidade do Cabo. Existem reservas menores próximas, mas a experiência não se compara e são muito similares a zoológicos. Por isso os nossos roteiros priorizam regiões como Pilanesberg, Kruger e Madikwe.

3. Documentos e entrada na África do Sul

Brasileiro precisa de visto para a África do Sul?

Não. Brasileiros em viagem de turismo não precisam de visto prévio para estadas de até 90 dias.

O que você precisa levar: passaporte válido com pelo menos duas páginas em branco para carimbos. A exigência oficial é de validade de 30 dias após a data de retorno, mas nós recomendamos pelo menos 6 meses de validade — é a margem que evita problemas com companhias aéreas, que às vezes aplicam critério próprio.

Preciso preencher alguma declaração antes de embarcar?

Sim. Desde 1º de julho de 2026, todo viajante que entra ou sai da África do Sul precisa preencher a declaração online do viajante (SARS Traveller Declaration), independentemente da nacionalidade.

É gratuita, feita online no portal da SARS, e deve ser enviada em até 24 horas antes do embarque. Nós avisamos e orientamos cada cliente no momento certo.

Quem não preenche não é impedido de entrar, mas pode enfrentar demora e atendimento manual na fronteira.

Que documentos preciso levar na viagem?
  • Passaporte válido, com duas páginas em branco
  • Certificado Internacional da vacina de febre amarela
  • Declaração online do viajante (SARS), preenchida antes do embarque
  • Voucher da viagem, que nós enviamos, comprovando onde você ficará hospedado
  • Seguro viagem
Como funciona para viajar com menores de 18 anos?

A África do Sul tem exigências específicas de documentação para menores, que variam conforme a situação — viajando com os dois pais, com um só ou desacompanhado.

Nós orientamos caso a caso: assim que sabemos quem viaja, informamos exatamente quais documentos são necessários para a sua situação e com quanta antecedência providenciá-los. Fale com o seu consultor antes de comprar as passagens.

4. Saúde, vacinas e medicamentos

Preciso tomar vacina para ir à África do Sul?

Sim: a vacina de febre amarela, com o Certificado Internacional de Vacinação. Ela precisa ser tomada com pelo menos 10 dias de antecedência do embarque.

Dois detalhes práticos que evitam dor de cabeça: o certificado é pedido pela companhia aérea, então tenha ele sempre em mãos — não deixe na mala despachada. E se você já tomou a vacina mas não tem o certificado internacional, dá para baixar pelo Meu SUS Digital ou pelo site da Anvisa, sem precisar tomar a dose de novo.

Posso levar meus remédios? Encontro medicamentos na África?

Traga os medicamentos que você usa regularmente. Boa parte do que se compra livremente no Brasil exige receita médica na África do Sul, então não conte em resolver por lá.

Mantenha tudo na embalagem original. Para injetáveis ou medicamentos controlados, traga a prescrição, de preferência traduzida em inglês.

Itens de uso pessoal, como solução para lentes de contato, são fáceis de encontrar: as duas maiores redes de farmácia do país estão em qualquer shopping, e várias marcas vendidas no Brasil existem lá.

Tem risco de malária no safári? Preciso tomar remédio?

O risco varia conforme a região e a época do ano. A região do Kruger é considerada de risco baixo, e existem reservas classificadas como livres de malária.

Não existe vacina contra malária, e a decisão sobre profilaxia é médica: nós informamos por escrito a região exata do seu roteiro para você levar na consulta com um médico ou serviço de medicina do viajante.

Uma medida simples que ajuda muito e já está no nosso guia: blusa de manga longa ao amanhecer e ao entardecer, que é quando os mosquitos aparecem, mais repelente.

5. Roteiro, voos e deslocamentos

Tem voo direto do Brasil para a África do Sul?

Sim. Há operação direta entre São Paulo e Joanesburgo, e também para a Cidade do Cabo. O voo leva cerca de 9 horas — e o fuso é de apenas 5 horas à frente de Brasília, então o jet lag é pequeno.

A passagem aérea está incluída no pacote?

A passagem internacional não está incluída. Os pacotes cobrem toda a operação em terra: hospedagem, safáris, passeios, transfers, guias e as refeições indicadas no roteiro.

Você não precisa resolver a parte aérea sozinho: mande as datas e nós orientamos qual trecho comprar e montamos o roteiro em cima dos seus voos.

O transfer do aeroporto está incluído?

Está. Você é recebido no aeroporto por alguém da nossa equipe que fala português e é levado direto ao hotel — sem táxi, sem aplicativo, sem perrengue logo na chegada.

Posso chegar por uma cidade e voltar por outra?

Pode, e costuma ser o formato mais eficiente, porque evita repetir trecho. Mande seus voos de ida e volta com horários que montamos o roteiro em cima deles.

Preciso alugar carro?

Não. Todos os deslocamentos do roteiro são feitos por nós, com motorista e guia. Você não precisa dirigir na mão inglesa nem se preocupar com estradas e rotas.

Se ainda assim você quiser alugar um carro para um trecho por conta própria, vai precisar da PID — Permissão Internacional para Dirigir, tirada no Brasil antes da viagem.

Dá para incluir passeios extras, como voo de balão, vinícolas ou interação com elefantes?

Dá. Vários entram como opcional ou como parte do roteiro, conforme a região e a época. Se o opcional for adicionado depois de fechado o contrato, a diferença vem em um link de pagamento separado, para não mexer no que você já contratou.

6. Preços e o que está incluído

Quanto custa uma viagem de safári na África do Sul?

Depende do roteiro, da época e de quantas pessoas viajam. Como referência, o tour África para Mulheres fica entre R$ 18.500 e R$ 19.400 por pessoa.

Os orçamentos são cotados em rand (ZAR), a moeda local, e nós fazemos a conversão para reais no momento da cotação.

O que está incluído no pacote?

Nos dias de safári: guia em português, transfers de ida e volta, os safáris do roteiro, pensão completa (sem bebidas) e todas as taxas. As refeições variam de acordo com o seu pacote.

Nos passeios de cidade: Tour da Península, Cape Point, o funicular e Boulders — a praia dos pinguins.

Almoços e jantares fora dos dias de safári ficam por sua conta, em torno de R$ 35 a R$ 150 por refeição, sem bebida alcoólica.

Vocês vendem só o safári ou um passeio avulso?

Trabalhamos com o pacote fechado. Por política da empresa não discriminamos valores unitários por serviço: a experiência é montada como um conjunto encadeado, e por experiência própria a contratação separada gera problemas logísticos que acabam prejudicando o próprio cliente.

O que fazemos com prazer é ajustar o roteiro: mais dias de safári, menos dias de cidade, outra categoria de hospedagem.

Por que o preço muda conforme a data?

Alta temporada — Ano Novo, férias de julho, feriados — tem preço de hospedagem e de voos mais alto na África do Sul, como em qualquer destino. Se a sua data é flexível, indicamos as janelas mais econômicas.

7. Pagamento e contrato

Como posso pagar? Dá para parcelar?

Aceitamos cartão de crédito, Pix e boleto bancário.

Sobre o parcelamento, vale explicar: na África do Sul não existe parcelamento no cartão como no Brasil. O que fazemos é enviar um link de pagamento por mês, um para cada parcela combinada. Por isso, quanto mais cedo você fecha, em mais vezes dá para dividir — perto da data da viagem o número de parcelas diminui.

Vocês aceitam Pix?

Para parcelamentos de longo prazo, de 11 meses ou mais, aceitamos o pagamento em Pix. Fale com o seu consultor sobre essa possibilidade.

O que é a Wise e por que preciso usar?

A Wise é um banco digital regulado, usado no mundo todo, que permite converter e enviar dinheiro em moeda estrangeira com câmbio melhor que o do cartão. Como a operação é na África do Sul, ela costuma ser o caminho mais econômico.

Você cria a conta gratuitamente, valida seu documento, converte o valor dentro do aplicativo e envia. Nossa equipe acompanha cada etapa — ninguém faz isso sozinho.

Para gastar durante a viagem, tanto o cartão Wise quanto o Nomad funcionam sem problemas na África do Sul.

Meu cartão foi recusado. O que faço?

Acontece, e quase sempre é o seu banco bloqueando uma cobrança internacional por segurança. Antes de pagar, entre em contato com o seu banco e desbloqueie o cartão para uso internacional — é a mesma orientação que damos para usar o cartão durante a viagem.

Se ainda assim não passar, limpe os cookies do navegador e abra o link de novo. Persistindo, fale com o seu consultor: emitimos um novo link ou combinamos outra forma.

Como funciona o contrato?

Você envia os dados de todos os viajantes — nome completo exatamente como está no passaporte, documento e contato — e a confirmação das datas. Enviamos o contrato para assinatura e, na sequência, o link do primeiro pagamento. Cada viajante preenche o próprio cadastro.

Depois de assinado, você tem uma reunião com a equipe da Mojo para passar o roteiro inteiro, e uma reunião de pré-embarque antes da viagem.

8. Dinheiro, o que levar e dicas práticas

Qual é a moeda? Levo dinheiro ou cartão?

A moeda local é o rand (ZAR). Cartões de crédito são aceitos na maioria dos estabelecimentos — e tanto Wise quanto Nomad funcionam bem. Não esqueça de desbloquear o seu cartão para uso internacional antes de viajar.

Precisa dar gorjeta? Quanto?

A gorjeta tem um aspecto cultural muito importante na África do Sul: representa respeito e reconhecimento pelo serviço prestado, por isso é altamente recomendável oferecê-la. Em restaurantes, o costume é de 10% a 15%. Em safári, é habitual uma gorjeta ao guia e à equipe do lodge ao fim da estadia.

Qual tomada é usada? Preciso de adaptador?

As tomadas são do tipo M — três pinos redondos e grandes — e a voltagem é 220V. O padrão é diferente do brasileiro, então sim, você precisa de um adaptador universal.

Muitos hotéis têm tomadas comuns, mas não conte com isso: um adaptador na mala resolve, e uma régua de tomadas junto permite carregar vários aparelhos com um só.

Na Mojo nós oferecemos o adaptador gratuitamente. Fale com os nossos consultores.

O que mais devo levar na mala?

Além das roupas, os itens que fazem diferença de verdade:

  • Protetor solar, repelente e óculos de sol
  • Carregador e power bank
  • Adaptador de tomada universal
Como funciona internet e celular por lá?

O jeito mais prático é comprar um chip local no próprio aeroporto ou usar um eSIM comprado ainda no Brasil. Hotéis e lodges têm wi-fi, mas dentro das reservas o sinal costuma ser limitado — e isso é parte da experiência.

Qual o fuso horário? Vou sentir jet lag?

A África do Sul está 5 horas à frente de Brasília. Como o deslocamento é praticamente norte-sul, o jet lag é muito pequeno — bem diferente de uma viagem para a Europa ou a Ásia.


Ficou com alguma dúvida?

Nossa equipe vive na África do Sul e responde pessoalmente. Conte para a gente o que você está planejando e nós ajudamos a montar o roteiro.